De novo: o livro digital não morreu

Quem costuma ler notícias sobre o mercado editorial já deve ter acompanhado a polêmica causada pelo texto Um e-book de fracasso, publicado na última terça-feira no PublishNews. Basicamente, o colunista Paulo Tedesco argumenta que os e-books se mostraram uma grande decepção para editoras e autores, dadas as limitações do modelo de negócios e a estagnação … Ler mais

Omnichannel, Internet das Coisas e livrarias sci-fi

-Omnichannel- is a buzzword that describes a survival strategy.

Vou ser bem sincera, nas primeiras vezes que escutei o termo omnichannel não compreendi muito bem a diferença dele para o que já chamavam de multichannel ou até cross channel. Fiquei um tempo fazendo pesquisas do termo e diferentes cases para compreender melhor, e a conclusão a que cheguei foi de que o termo é … Ler mais

Bibliomundi, novo player no mercado brasileiro

bibliomundi

Na FLIP de 2015, como já mencionado em outro texto, a plataforma Bibliomundi foi anunciada, criando muita expectativa no mercado. Os ex-Xeriph, Raphael Secchin e Pedro Lopes, enxergaram a oportunidade de atender autores autônomos que procuravam vender seus e-books em livrarias nacionais e decidiram encabeçar este projeto, que acabou se tornando uma plataforma mais robusta … Ler mais

O livro digital não morreu

Os últimos meses foram marcados por uma onda de pessimismo em relação ao desempenho dos livros digitais no mercado: depois de diversas editoras relatarem um crescimento do digital menor do que o esperado em 2015, uma matéria no New York Times concluiu – com razão – que o livro impresso está longe de morrer. Como … Ler mais

BISAC: para que serve e como usar

Book Industry Study Group

Já falamos anteriormente sobre metadados, por aqui e ali. Dessa vez, no entanto, gostaria de dar uma dica bem prática sobre como melhor preencher o metadados de seu livros. O exemplo escolhido é um que vejo que muitas editoras brasileiras não andam prestando tanta atenção: o cadastro de categorias. Nas players estrangeiras como Amazon, Apple, … Ler mais

O fim de um tipo de livraria

Pesquisando textos sobre o fim da Livraria Leonardo da Vinci¹, encontrei uma constante referência aos famosos livros de colorir e/ou de autoajuda.  A opinião geral parece acreditar que o fim das livrarias no Rio de Janeiro se dá em função da má formação literária do público que investe em livros “fáceis” e desconhece a verdadeira … Ler mais

Autopublicação – as maravilhas e agruras de cada plataforma

Para quem quer publicar e-books de modo independente no Brasil, há muitas opções, desde as plataformas mais conhecidas – como o Kindle Direct Publishing (KDP), da Amazon, o Kobo Writing Life (KWL), da Kobo, e o iTunes Connect, da Apple, para ficar naquelas que têm interface em português – até iniciativas locais que começam a … Ler mais