Nuke – ou: fazer livros não é como fazer sabonetes

WHERE RAGS BECOME PAPER http://www.gutenberg.org/files/28569/28569-h/28569-h.htm

Com o lançamento do novo Nook (Barnes & Noble), é inevitável – ao menos para mim – não pensar, com certo receio, na perda de autonomia que as editoras vêm enfrentando diante do mundo digital. Celebrações e receios à parte, podemos reduzir as perspectivas da área a duas: empresas ligadas à cadeia produtiva do livro … Ler mais

Adaptações

O livro digital é ainda uma novidade no mercado editorial. No cenário nacional, tomamos como referência, principalmente, o mercado americano e suas experiências, assim como suas estimativas. No entanto, tanto no mercado nacional quanto no estrangeiro, há um conceito que parece nortear todo o âmbito do livro digital. Este conceito é o da adaptação. O … Ler mais

playOrder=“1”

O ano de 2013 foi o primeiro em que tivemos um cenário digital significativo no Brasil. A aposta dos grandes players no país teve como consequência um maior investimento por parte das editoras. Estas, se não haviam convertido seu catálogo, começaram a fazê-lo. Se ainda não possuíam rotinas de lançamentos simultâneos, implementaram. Se não pensavam … Ler mais