Convertei-vos e crede.. no digital

É sempre difícil para nós (ao menos para mim) aceitar de bom grado as mudanças. Parece que somos sempre levados a permanecer com os pés grudados no território já conquistado, com medo de nos lançarmos em busca de novas terras. A sensação de insegurança que o novo mostra se contrapõe de modo brutal com a … Ler mais

Sobre ter um bom diagramador (e criar um bom manual também)

Agora o foco sairá de questões exclusivamente editoriais. É necessário falar um pouquinho sobre como a diagramação pode ajudar nesse fluxo entre o editorial e o setor de e-books. Já sabemos que e-books não são feitos com um botão mágico, mas algumas ações no inDesign podem ajudar a tornar o processo mais fluido. A maioria … Ler mais

Metadados for Dummies

Pessoas e empresas que atuam no ramo editorial também estão vivenciando a era das palavras-chave [as chamadas keywords]. Em um novo e rico cenário onde esse atributo se torna um importante ator na busca por produtos e serviços, um leitor não conseguirá adquirir, consumir ou ler um livro, se não souber, no mínimo, da existência … Ler mais

Porque um código bom é um código limpo

Antes de qualquer coisa… Este artigo não tem pretensões de ensinar HTML ou CSS, mas de mostrar sua lógica de funcionamento e apontar o porquê de um código limpo e bem estruturado ser importante. Dito isso, seguimos: O que você precisa saber sobre o código é o seguinte: ele é importante e quase tudo relacionado … Ler mais

“O que fazer, então?”, indagou o editor

Ok, acho que já deixei bem claro que o editorial precisa se envolver com o setor de e-books. Agora vamos começar a pensar em como você pode mudar a sua rotina para inserir os livros eletrônicos nela. ATENÇÃO! Este post está sob a perspectiva de uma pessoa que trabalha sobretudo com livros de literatura de … Ler mais

“Mas como eu me meti nisso?”, respondeu o editor

Vamos repetir pela terceira vez: a profissão do editor é muito especializada. Não só porque o seu trabalho se concentra em um grupo específico de atividades, mas também porque acabamos criando uma afinidade maior com alguns gêneros, temáticas ou produtos: ficção ou não ficção, didáticos ou YA, fantasia ou estatística, livros de referência ou mercado … Ler mais

“E eu com isso?”, disse o editor

Terminei a faculdade há pouco tempo. A maior parte da minha experiência no mercado é como estagiária. Mas acredito que, talvez, essa imaturidade sirva um bocado para pensar o livro eletrônico. Isso porque, ao mesmo tempo em que consolido minhas capacidades profissionais, acompanho os desenvolvimentos e desdobramentos do novo formato, inserindo-o na minha rotina como … Ler mais