Cobrar do colaborador é fácil… mas, ops!, me esqueci de pautá-lo

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No mundo dos livros, acho que é raro o assistente editorial que não faz freela de texto. Especialmente quem está começando. A maior motivação, claro, é o dinheiro. Pensando no médio prazo, no entanto, o maior benefício do freela é o networking. Se você faz um bom trabalho, seu nome é indicado para alguém que … Ler mais

Navegação nos e-books didáticos. Pontos de referência

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Uma das preocupações de quem cria livros didáticos em formato digital é oferecer um recurso simples de acesso ao conteúdo. Em geral, temos a sensação de que encontrar informações é mais simples e rápido no impresso do que no digital. Podemos folhear o livro, consultar o sumário e achar uma página facilmente usando a numeração … Ler mais

Manual de estilos para e-books da Cosac Naify

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Como mencionado no texto sobre a criação de departamento da Cosac Naify (clique aqui para ler), à época de sua estruturação na editora criamos um manual de estilo para fornecedores. Este manual foi elaborado com base em testes, servindo também como material de consulta tanto para revisões quanto para elaboração das edições digitais. Ainda utilizo … Ler mais

Eu queria ser tradutor, mas só me passam copidesque

As 25 pessoas na minha frente estavam ali porque queriam ser tradutoras. Muitas delas tinham interesse em fazer tradução para o mercado editorial. Existe todo um glamour em torno da figura do tradutor, sobretudo o literário. Quando comecei a trabalhar em editora, todo mundo perguntava “Ah, você traduz?” e complementava com um “Que legal!” antes … Ler mais

Edições digitais bilíngues

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As edições bilíngues, geralmente, podem ser compostas de duas maneiras: por páginas intercaladas, cujo conteúdo se apresenta simultâneo [ conteúdo | content ], ou em seções separadas, nas quais todo o conteúdo flui linearmente numa língua e, ao fim, em outra. Certo? Certo! A segunda maneira não tem lá grandes mistérios quando passa do impresso … Ler mais

Projetos gráficos para e-books

Já resumi aqui (e aqui) um pouco sobre adaptações de projetos gráficos para livros digitais. Todavia, mesmo quando a adaptação se torna algo quase que completamente novo, ainda se trata (ao menos para mim) de manter traços da identidade do projeto original, elementos que o tornem reconhecível, por assim dizer. Agora, e quando não existe … Ler mais

O ePub3 que o PNLD quer

Minha primeira experiência autêntica com livros acessíveis aconteceu no início de 2012. Já tinha estudado sobre o assunto e até mesmo produzido livros que achava serem acessíveis, mas a compreensão pessoal me veio quando um amigo meu pediu que eu apresentasse os livros digitais para um estudante com problemas de visão. No mesmo instante pensei … Ler mais